Quando a Primeira Guerra Mundial começou, Pastores Alemães foram recrutados como cães mensageiros e usados para descobrir os esconderijos dos soldados inimigos. Sua habilidade e sua lealdade contribuíram para que esse magnífico animal alcançasse fama mundial e, com o decorrer da guerra, passasse a ser usado pelos dois lados do conflito. Devido a sua lealdade, força, incansável disposição para o trabalho, coragem e aparente capacidade de desenvolver suas próprias estratégias para avançar no campo inimigo, eram também usados largamente pela Cruz Vermelha nas operações de busca e salvamento das vítimas em combate.
Na Inglaterra, , a raça foi rebatizada como Cães Pastores da Alsacia ou Cães Alsacianos, para não manter o Alemão no nome.
Hitler possuía uma cadela chamada Blondi (1934- 30 de abril de 1945), que foi presente de Martin Bormann, em 1941. Blondie se mudou com Hitler quando este foi para o Führerbunker durante a Batalha de Berlim.
Poucos minutos antes de cometer suicídio, Hitler matou Blondi, usando um comprimido de veneno, possivelmente acreditando que os russos poderiam torturar sua cadela para se vingarem dele. Ele possuia por esta cadela tanta afeição que chegou até mesmo a gerar ciúmes em Eva Braun.

Nos anos 1920 surgiu o Rin Tin Tin, que encantou inúmeras gerações com suas proezas, inteligência, bravura e lealdade, diminuindo assim a fama de cão dos nazistas.
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