Seu nome não deixa dúvidas quanto ao local de origem: o Tibet, cuja capital chama-se Lhasa e a palavra tibetana apso significa ovelha, o que pode ser considerado uma referência à aparência e textura áspera de seu pelo. Outros estudiosos atribuem o apso de seu nome à sua função original: ser a sentinela do Palácio, e para justificar esta interpretação evocam o nome original da raça: apso seng kye que seria o equivalente a “cão de sentinela que ruge como um leão”. A raça era considerada sagrada, acreditava-se que trazia sorte e que após a morte do dono, a alma deste encarnava em seu cão, sendo então a encarnação de antigos lamas. Eles eram de propriedade exclusiva dos monges e nobres.
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