Os gatos sempre foram objeto de admiração, devoção, mistério e paixão. Existem várias raças por todo o mundo.
O convívio entre o homem e o gato existe desde 4 mil anos antes de Cristo. Foram encontrados afrescos e pinturas funerárias de gatos caseiros das primeiras dinastias egípcias. Os romanos se interessaram mais pelo gatos do que os gregos. A legião de César contribuiu muito para sua distribuição por toda a Europa e, em particular a Inglaterra. Portanto, foi somente ao ano de 1400 que o gato-caseiro substituiu definitivamente em Roma a fuinha, que era utilizada até então para o controle de ratos. Na Idade Média foi os gatos foram associados às feitiçarias e considerados criaturas diabólicas.
O posicionamento dos seus bigodes é um bom indicador do humor felino. Apontados para frente indicam curiosidade e tranquilidade, colados ao rosto indicam que o gato assumiu uma postura defensiva e agressiva. Uma curiosidade sobre o paladar dos gatos é que, de acordo com a edição Norte-americana da National Geographic (de 08/12/05), eles não são capazes de saborer o doce, por falta de receptores para esse paladar.
Ernest Hemingway gostava muito de gatos. Em sua casa ele tinha vários. Após a sua morte, sua casa foi trasnformada em um museu, e os gatos forma mantidos por lá. Atualmente, os exemplares que lá habitam são parentes dos primeiros gatos de Hemingway. Eles são mantidos pela fundação que cuida do museu, e se tornaram parte integrante do acervo de Hemingway.
Ernest Hemingway em Cuba
Hemingway em sua casa
Museu Ernest Hemingway
 |